quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Boa noite estimados visitantes. Começa aqui o deambular de pensamentos - interessantes ou menos interessantes - de uma miúda preguiçosa que lhe apetece partilhar com o mundo um pouco do seu mundo.
Amarelo, onde está o amarelo? A minha inspiração está maculada. Quero amarelo. Perdoem-me senhores leitores qualquer devaneio. O amarelo é a justificação.
Susana Rodrigues

74 wake ups:

luminary 29 de outubro de 2008 às 12:36  

Só para declarar que, legalmente, concedo-te o direito de pegares na minha frase e levá-la pelo mundo, mas nunca para lá do Botswana. E que sempre que queiras pedir frases emprestadas, podes ir ao meu blog que eu autorizo a entrada :)

susana 29 de outubro de 2008 às 19:50  

Obrigada Luminary. Se bem que não consigo entrar no teu blog. Obrigada pelo Comment! The first one!!!!:)

luminary 29 de outubro de 2008 às 20:30  

Como não consegues entrar no meu blog? Uma coisa que me tem corrido a mente: nós não nos conhecemos, pois não? Porque se conhecemos e não me lembro, é uma péssima no CV da minha personalidade

susana 29 de outubro de 2008 às 20:40  

Não não nos conhecemos:) Desculpa a minha ousadia em ter "invadido" o teu blog e se me perguntares como lá fui parar nem sei... seria uma longa associação de ideias que nem sei descrever:)

luminary 29 de outubro de 2008 às 21:05  

Por quem és, comete as ousadias que quiseres comigo e com o meu blog, embora te deva aconselhar a consultar a lei antes de dares ti própria carta branca para fazê-lo. Pergunto, porque várias pessoas que não conheço vieram dar ao meu blog de lados distintos. Estava só a tentar reconstituir os teus movimentos.

susana 29 de outubro de 2008 às 21:25  

andava a ver blogs e fui ter ao teu... sinceramente nem me recordo como... adoro googlar e gosto de explorar os pensamentos e sentimentos dos outros.. deve ser o meu lado voyeurista:) Gostei do teu blog. E tudo o que me permita aprender um pouco e crescer como pessoa eu aproveito. Alimento-me.

luminary 29 de outubro de 2008 às 21:31  

Bem, mostro-me disponível para te alimentar então. Não se produz ali propriamente nouvelle cuisine, aquilo é mais um rei dros frangos, ou uma Casa das Sandes, lamento informar. :)

susana 29 de outubro de 2008 às 21:45  

produz-se genuidade. Isso chega. Estava ontem e ler sobre um post lá para 2005 em que dizias que não se sentavam ao teu lado e achei graça:)Tal como adorei aquele teu encontro apimentado no autocarro ou o hino à criatividade do teu conto - ficcionado ou não, não interessa- sobre a parede branca. Quanto à tua frase que adorei... deixo-te outra minha. Amar é gostar apesar de...
:)Venha de lá o franguinho da guia:)

luminary 29 de outubro de 2008 às 21:49  

Classificar alguma coisa que escrevi como um hino à criatividade pode fazer-me desconfiar que padeces de algum problema de discernimento, por isso tem cuidado... Aquele blog é uma espécie de diário e tem coisas a sério e coisas que invento. O autocarro e a parede branca são situação que nunca aconteceram, mas são inspiradas por raparigas reais, daquelas que se põe memso a jeito de se amarem apesar de. Basicamente, o meu blog alimenta-se de todo o tipo de relações, em que toco nas pessoas apesar de uma série de factores me dizerem que o aconselhável será não fazê-lo. Mas lá está: a razão pela qual chocamos com as pessoas é porque somos humanos e precisamos de sentir alguma coisa. Quanto mais não seja, o próprio toque.

susana 29 de outubro de 2008 às 21:58  

Engraçado... tens um senso de realidade incrivel... podias ser escritor. Eu adoro histórias. Gosto que mas contem na primeira pessoa. Ficcionadas ou não é um legado do que somos como seres humanos. E qual de nós não quer ser tocado pelo outro? Nem que seja pelas palavras. Quando lia a tua parede branca... lembrava-me do principezinho e do " desenha-me uma ovelha ". Gostava que as pessoas fossem um pouco mais assim... eu mesma gostava de ser assim. Ao ler essas tuas palavras causaste-me esse assombro que só as crianças têm.

luminary 29 de outubro de 2008 às 22:15  

Devo avisar que demasiados elogios me deixam extremamente embaraçado. Falta de hábito. Mas estás à vontade para continuar.
Felizmemte, fui abençoado pela minha genética com um imaginação demente, que me permite construir histórias. Eu, por natureza, adoro histórias, por isso cinema e boa televisão são das coisas que mais gosto, para além de ler.
E gosto de tocar os outros e aparentemente, faço-o muito bom com palavras. Já é bom. Tenho este binómio de ser muito carente e querer ajudar os outros, que é tocar e ser tocado.

susana 29 de outubro de 2008 às 22:20  

Deixa lá... também nunca lidei muito bem com elogios:) é um misto de humildade e de uma auto-estima não muito musculada. Não sou de elogiar sem razão. É a verdade que de facto esse texto me fez parar e sim tocaste-me. Por isso desde já agradeço aqui o cuidado que tiveste de responder ao meu comentário. Sinceramente estava longe que respondesses. Obrigada

luminary 29 de outubro de 2008 às 22:27  

Normalmente, se alguém que eu não conheço comenta no meu blog, respondo. Acho que é uma forma de dizer obrigado pelo facto de terem parado, lido e comentado. Não dou por certos os leitores do meu blog, faz parte de mim como escritor cativá-los a voltarem sempre.
Saber que não elogias sem razão faz-me dar mais valor àquilo que escrevo, e neste momento preciso disso. Obrigado.

susana 29 de outubro de 2008 às 22:31  

De nada. Mérito teu. Espero um dia cativar alguém ao meu. Como tu. Obrigada eu.

luminary 29 de outubro de 2008 às 22:35  

Eu levo a vantagem de quase 900 posts e três anos de escrita. Com o seu tempo lá chegarás :) É uma questão de gosto e de encontrarmos sempre na nossa vida coisas sobre as quais dissertar, mesmo que sejam idiotas. É nessas que às vezes está a piada

susana 29 de outubro de 2008 às 22:38  

pois... eu aventurei-me porque precisava de um espaço para mim. Para dizer as minhas palermices e reflexões... espero que resulte... e o facto de ser online obriga a que dome esta minha preguiça de escrever:)
Foi um prazer " conhecer-te".

luminary 29 de outubro de 2008 às 22:43  

É, isto dos blogs é como termos um megafone para berrarmos ao mundo, ou um muralpúblico onde ninguém nos pode proibir de nos exprimirmos. É libertador, acho.
E claro, foi um prazer "conhecer-te" também.

susana 29 de outubro de 2008 às 22:46  

:) foi mesmo. O problema da internet é este: a dicotomia entre o mural público de pessoas e sentimentos e simultaneamente o mural de betão contra se embate e, muitas das vezes nem se passa para o outro lado. é uma relação de amor/ódio.

luminary 29 de outubro de 2008 às 22:49  

Por isso o melhor é sempre o conhecimento pessoal. Esse mural de betão é muito mais permeável. Embora me agrade, por exemplo, falar com alguém do qual não conheço a cara, a minha interação ao vivo é completamente diferente da online, e calculo que isso aconteça com muita gente. Ainda assim, prefiro sempre a distância e as palavras escritas.
Excepto em contacto físico mais avançado, claro. Chamem-me polémico, mas não gosto de levar computadores para esses momentos :)

susana 29 de outubro de 2008 às 22:54  

Fizeste-me rir!AHAHAHAHAHAHA!Mesmo. A palavra escrita, denuncia um outro cuidado, nem que seja como o recurso de resposta imposto pela distância. Por isso para mim e valiosa. Como já cheguei à conclusão que ninguém mais me irá enviar cartas sem ser para envio de contas, promoções e fidelização de clientes... olha cá me rendi à internet. É certo que não tem as folhas perfumadas nem os envelopes escolhidos a preceito. Mas é também um belo intermediário.

luminary 29 de outubro de 2008 às 22:58  

Ah, a arte de escrever cartas. Partilho-a com uma pessoa que está bastante distante, mas ultimamente, cada vez menos. Contingências da vida de ambos.
A menção de sexo faz-te rir? Como disse Woody Allen, uma pessoa que admiro imenso, o sexo é a coisa mais divertida que podemos fazer sem nos rirmos...

susana 29 de outubro de 2008 às 23:02  

bem... é melhor nem irmos por aí... não é propriamente o sexo que me faz rir é a mais a minha vida social e, consequentemente afectiva:) mas isso já é avançar por trilhos mais sensíveis...
Sabes eu fiz colónia de férias durante muitos anos e as coisas que guardo com mais carinho sou exactamente as cartas... pena que o correio se silencie e as palavras não escoem... tenho verdadeiramente saudades daqueles tempos.

luminary 29 de outubro de 2008 às 23:04  

Eu sou escuteiro, neste momento quase sou dirigente e sei qual é o sentimento. É uma das razões pelas quais continuo naquele movimento, embora algunas coisas me separem daquilo que ele é actualmente.
Quanto a questões afectivas, é melhor não irmos por aí realmente... A não ser que queiras mergulhar numa poça de pus fétido e tempestades calamitosas. se essa é a tua ideia de diversão, by all means...

susana 29 de outubro de 2008 às 23:09  

Ainda hoje estava a olhar para o meu cancioneiro... e a pensar onde raio pus o meu lenço dos Baden Powell... ( o lenço era azul... nem tudo pode ser perfeito).. tenho verdadeiramente saudades desses tempos. Foram dias em que aprendi mais do que em anos. Digo sempre um dia que seja mãe os pimpolhos vão para os escuteiros.
Pus fétido... tempestades calamitosas. Bem posso apenas dizer que a minha vida no que concerne a esses parametros serve de anedota aos meus amigos:)eu tenho bastante sentido de humor... é o que vale.

luminary 29 de outubro de 2008 às 23:12  

Os meus filhos vão lá parar de certeza. Serão deserdados se não o fizerem... Já viste a coincidência? Ambos tivemos (ou temos) o escutismo nas nossas vidas e eu sou precisamente chefe dos de lenço azul...
A minha vida afectiva é patética, mas quem faz pouco dela é a própria vida e o movimento do universo, por todas as razões e mais algumas. Os meus amigos gozam, mas enfim, eu também gozo com eles por terem namorados e namoradas e nunca mafaltam razões :)

susana 29 de outubro de 2008 às 23:17  

sabes há episódios que nunca esqueço... uma vez uma colega minha lembrou-se de levar sandálias para uma caminhada num piso terrivel todo cheio de pedras e tinha os pés feridos. Um colega de equipa descalçou os ténis dele e deu-lhos. Correu descalço sobre as pedras. Nunca esquecerei isso. Vivemos em tempos em que a entrega ao outro é uma miragem e mesmo a pseudo-entrega a nós mesmos é uma brincadeira de mau gosto.
Podias ser chefe dos amarelinhos...;)

luminary 29 de outubro de 2008 às 23:26  

Não tenho muito jeito para miúdos, sinceramente. Gosto da secção onde estou. Tenho jeito para inspirar os desinspirados, e isso consegue-se bem na terceira secção :)
Tinha um amiog meu que fazia os raides todos de Alls-star ou sandálias de praia e nunca aleijou os pés. Ele era estranho; continua a ser, aliás...
Eu vejo essa coisa da entrega sempre que estou com os meus miúdos. Mesmo quando me sinto muito em baixo, estar com eles recarrega as minhas baterias e deixa-me feliz.

susana 29 de outubro de 2008 às 23:30  

Isso acontece-me todos os dias... hoje por exemplo recebi um abraço e rebolei pelo chão com a felicidade de uma menina que estava feliz pelos pais se decidirem finalmente a levar para uma viagem de trabalho... claro que pelo meio chorava convulsivamente porque lhe doía a barriga;) é isso mesmo que sinto quando estou com os meus meninos... tornam a minha vida mais alegre e enchem-me de energia nos dias mais cinzentos... é isso mesmo.

luminary 29 de outubro de 2008 às 23:34  

Pelas tuas palavras, deduzo que lidas com crianças profissionalmente. Isso é bom, e uma tarefa muito difícil, mesmo naquilo que se faz a seguir a isso. Uma das minhas colegas de chefia de secção deste ano trabalhou 5 anos com os amarelos e diz que não consegue formatar o cérebro para trabalhar com adolescentes. Trabalhar com crianças é algo de muito específico realmente e é estranho que e não me sinta à vontade com elas, porque até sou infantil e imaturo :)

susana 29 de outubro de 2008 às 23:37  

olha eu trabalho com crianças dos 6 aos 11 anos... eu amo crianças. Provavelmente seria feliz se trabalhasse eternamente com elas. Cada faixa etária tem coisas especiais para nos oferecer, basta sermos humildes e abrirmos o coração. Não precisas de ser infantil e imatura para te dares com a criançada. Sê tu mesmo:) Transparência. Não há melhor.

luminary 29 de outubro de 2008 às 23:39  

É isso que me preocupa, a transparência. Eu sou um bocado retorcido, acérbico e ácido. Não é à toa que há quem me compare ao doutor House, e eu garanto-te que não tem a ver nem com a inteligência, nem com o sex-appeal.

susana 29 de outubro de 2008 às 23:42  

:) pois... mas terás o teu encanto certamente. E olha que as crianças até conseguem ter bastante sentido de humor... o doutor house? é que até o sentido de humor ácido dele é adorável:) ehehehe! E inteligência não me parece que seja algo que te falte. Agora o sex appeal isso já é outra coisa:) Mas não te preocupes muito pouca coisa é objectiva nesta vida!

luminary 29 de outubro de 2008 às 23:45  

Eu tenho o sex appeal de um ornitorrinco.É um facto científico largamente comprovado e indisputado em todo o meio científico. É quase um dogma. A minha inteligência é como o monstro de Loch Ness: muita gente diz que o viu, mas será que existe? Esperam-se provas :)
E sim, o humor do House é qualquer coisa de extraordinária.

susana 29 de outubro de 2008 às 23:49  

ahahahaha. pelo menos tenho que te agradecer pelas gargalhadas que me fizeste dar este serão. Tenho mesmo.
Mas para um ornitorrinco femea o ornitorrinco tem muito sex appeal:)e quanto à inteligência... o essencial é invisivel aos olhos... epá... acho que não foi uma frase feliz neste contexto mas a mensagem até que passa!

luminary 29 de outubro de 2008 às 23:56  

O meu problema nunca foi fazer rir os outros, qualquer que fosse a maneira. :)
A minha inteligência.... Acho que se tem criado um certo mito, no meu círculo de conhecidos, e eu respeito a minha capacidade intelectual, mas muitas vezes, acho-a sobrevalorizada e por isso tenho uma relação de amor-ódio com ela. Só isso.Acho que todos temos características nossas pelas quais nutrimos isso

susana 29 de outubro de 2008 às 23:59  

quando algo em nós é sobrevalorizado acresce também um incremento do grau de exigência sobre nós deposto:) a isso acrescenta uma boa pitada de humildade e tudo corre bem:) E isso acho que tens.. apesar de não te conhecer de todo.

luminary 30 de outubro de 2008 às 00:04  

Não confundas a minha humildade com uma tendência para me relativizar e avaliar por baixo. Tenho uma visão um bocado má de mim próprio, e penso que isso se nota no blog. Não a consigo explicar, mas ela existe. Enfim, são pessoas como tu que me fazem duvidar disso:)

susana 30 de outubro de 2008 às 00:08  

Trabalha isso. Procura dentro de ti. Não esperes por pessoas como eu. Avalia-te sinceramente. Eu ao ler o teu blog sinceramente revi-me em algumas coisas. Transforma essa má avaliação de ti mesmo numa coisa boa. Porque és de facto alguém certamente com coisas boas. Eu fico feliz de me ter cruzado contigo.

luminary 30 de outubro de 2008 às 00:11  

Sabe bem ouvir isso, a sério. Não é frequente e talvez por isso não acredito quando me dizem. Obrigado. :) Mas estamos aqui a falar do que me atormenta. O que te atormenta? :)

susana 30 de outubro de 2008 às 00:13  

O que me atormenta?:) a solidão. é uma aprendizagem seguir sozinha. Atormenta-me conviver com o carácter indefinido do futuro. Mas já custou mais:)

luminary 30 de outubro de 2008 às 00:16  

Sim, a solidão e o medo do futuro.Parabéns, benvinda à idade adulta. Esses problemas são muito comuns e encontram-se disseminados entre a população. És uma de nós. E a solidão é daquelas coisas que dói mesmo. Há solidões que fazem apetecer a morte...

susana 30 de outubro de 2008 às 00:19  

:) sim eu sei. Mas... i'm a dreamer. Há que aprender a estar connosco mesmo para estarmos bem com os outros. Eu sou cada vez mais feliz comigo mesmo. Sei que eventualmente aparecerá o recheio que quebre o vazio.

luminary 30 de outubro de 2008 às 00:23  

Eu não sou tão esperançoso, mas sinto-me melhor comigo mesmo do que há uns anos, por exemplo. Aprendi a achar graça a mim próprio e a valorizar-me, para que os outros fizessem o mesmo e isso tem resultado. Este ano tem corrido muito bem nesse aspecto. Acho que também se vê isso no blog :)Lentamente, vou aprendendo a conhecer-me e a compreender porque é que os outros vêem coisas boas em mim

susana 30 de outubro de 2008 às 00:27  

Fico feliz. Estás a fazer as tuas caminhadas:) Certamente já te apercebeste que não está tudo insano há tua volta!:)
E se gostar de inspirar os desinspirados não é de valor então o que será?
Esse um trabalho que demora tempo, tomara nos dispusamos a ele:)
eu também ando a fazer as minhas caminhadas...

luminary 30 de outubro de 2008 às 00:29  

Cada um percorre os seus trilhos, para encontrar o que quer que seja que procura ou não procure, ou simplesmente para caminhar. Andar por aí também é bom, defendo isso. Eu passei este ano a andar e continuo, escolhendo com cuidado alguns caminhos que me aparecem. Acho que é assim que se vive, li no Borda d'Água. O que procuras tu nessas caminhadas?

susana 30 de outubro de 2008 às 00:34  

Paz, crescimento interior e amor incondicional. Muito não é?

luminary 30 de outubro de 2008 às 00:36  

Sim, completamente. Parecem ser aquelas metas inatingíveis que todos procuram. Quem não gostava de tê-las? É preciso andar muito para consegui-las. Eu sou uma pessoa de começar por baixo: conhecer pessoas interessantes e desenvolver uma vida sexual digna dessa nome parecem-me bons sítios para começar (joking) :)

susana 30 de outubro de 2008 às 00:40  

ahahahahaha! pois... de facto há uma série de caminhos para chegar a esses standards de vida... estou a sonhar alto para quem tem uma vida amorosa morna.. pronto fria...:) Mas o sonho comanda a vida. Eu acredito nos meus sonhos e nas minhas capacidades para os materializar. Bolas... e o que não depende demim?

luminary 30 de outubro de 2008 às 00:43  

As catástrofes naturais não dependem de ti. A minha vida amorosa é gelada também, mas uma pessoa pode sonhar, como dizes. E essa história do amor é subjectiva: cada um tem a sua versão, cada um tem a sua explicação, cada um tem o seu caminho. E não, nunca nenhuma rapariga me convidou para casa por ter aguentado olharpara uma parede branca. :)

susana 30 de outubro de 2008 às 00:46  

Bolas!!! Eu queria que isso te tivesse acontecido... Alimentava ainda mais o meu ideal de amor... se bem que ficava com uma pontinha de inveja:( Pelo-me por belas histórias de amor.

luminary 30 de outubro de 2008 às 00:48  

Eu tenho histórias de amor, mas esquisitas. Não sie se serão belas, mas esquisitas são certamente. Um dia, podemos falar delas. E as tuas, como é que são?

susana 30 de outubro de 2008 às 00:52  

Só amei uma vez. Ou melhor já amei uma vez:)pura, inocente, insana, imatura, corajosa e terminada.

luminary 30 de outubro de 2008 às 00:57  

Tirando a parte do terminada, é o tipo de história de amor que nos faz sonhar e pelas quais vale a pena andar por aí. Respeito muito o verbo amar, por isso digo que já gostei muito de duas raparigas; e gostei delas para lá do que á aceitável em termos psiquiátricos. Ao ponto de me mudar, ao ponto de me querer melhorar. O tipo de relações em que a electricidade química dá para iluminar Nova Iorque durante anos. Esse tipo de coisas.

susana 30 de outubro de 2008 às 01:02  

então és um felizardo:) Eu queria uma amor que iluminasse uma casa apenas... já nem peço muito:) As pessoas passam por nós precisamente com essa missão, de nos fazer crescer... quando já não dá e tudo estagna então partem em busca de novas aventuras. Foi o que aconteceu. E provavelmente voltará a acontecer. Mas eu alimento o sonho de partilhar a minha vida com alguém durante muitos e bons anos. Invejo os velhotes de mãos dadas na rua. Não sabem como têm sorte. Ou será que até sabem como são felizes?

luminary 30 de outubro de 2008 às 01:05  

É cada vez mais raro isso, mas acontece, e u também quero que isso aconteça. Não tenho nada contra qualquer tipo de relação, seja temporária, de uma noite só, apenas para o físico, platónica ou assim. Estou aberto a todas elas, mas quero encontrar alguém com quem sinta poder estabelecer essa ligação profunda e quase infantil na sua necessidade básica

susana 30 de outubro de 2008 às 01:11  

é isso mesmo... quase infantil... de pura e transparente... quero alguém que me aceite sem máscaras. Porque elas acabam sempre por cair mais tarde ou mais cedo... quero amar incondicionalente e com todos os apesar de...mas isso exige uma maturidade elevada quase comparada à pureza de uma criança que há quem não viva suficientemente para aperfeiçoar as estruturas que lhe permitam suportar tal modo de estar.

luminary 30 de outubro de 2008 às 01:14  

É o chamado amorrrrrrr :) Eu não uso assim tantas palavras, não gosto de usá-las para descrever esta necessidade que tenho disso. Redu-la muito.
E cá estamos nós a expôr a nossa vida íntima na secção de comments do teu blog.É bonito...

susana 30 de outubro de 2008 às 01:16  

de facto estava a pensar nisso... isto parece quase que estamos a falar em tempo real:) num chat ou assim:) não deixa de ter a sua graça pelo inesperado que foi:)

luminary 30 de outubro de 2008 às 01:18  

Sim, é verdade. Eu estava aqui num esforço para acabar a minha tese algures nos próximos dias e esta troca de ideias tem-me aliviado alguma pressão. Mas da próxima, é melhor fazer isto num chat ou assim :)

susana 30 de outubro de 2008 às 01:20  

pois tens razão:) é que isto de afirmar aos sete ventos que a nossa vida amorosa é igual a.... um iceberg tem que se lhe diga:)

luminary 30 de outubro de 2008 às 01:23  

Eu não escondo isso no meu blog, tenho essa vantagem. Sou muito transparante nesse aspecto, não sou nada o strong silent type

susana 30 de outubro de 2008 às 01:24  

isso é admirável.. eu também não tneho receio de admitir a minha solidão. É um bom começo para sair dela:)Também me aliviaste alguma pressão do dia de hoje:)

luminary 30 de outubro de 2008 às 01:27  

Bem, aliviámos a pressão um do outro; e para aqueles que apanharem este diálogo, não, não há aqui nenhuma metáfora marota por detrás disto. Estamos a ser completamente literais.
Como toda a gente está normalmente só, ninguém acha estranho que o admitamos.

susana 30 de outubro de 2008 às 01:31  

ahahahahahahaha:) de facto não mesmo nenhuma metáfora marota... somos apenas dois inesperados desconhecidos:) E sim infelizmente a solidão é um sentimento universal.. o que é contracenso num planeta com milhares de habitantes e com outros tantos meios de comunicação...

luminary 30 de outubro de 2008 às 01:35  

É triste que assim seja, na verdade. Devíamos todos tentar combater a solid
ao uns dos outros. Com marotice ou sem ela.

susana 30 de outubro de 2008 às 01:37  

voto nisso:)é essa a frase do dia! espero encontrar-te mais vezes... :) gostei muito.

luminary 30 de outubro de 2008 às 01:39  

Pode ser que nos encontremos,é uma questão de telepatia para sabermos quando estamos online :)

susana 30 de outubro de 2008 às 01:42  

:)assim o espero. sinceramente. agradeço. pareces-me um bom contador de histórias e eu sou uma boa ouvinte.

luminary 30 de outubro de 2008 às 01:43  

Junta-se a fome com a vontade de comer. E parecendo que não, vamos no comentário 69 :)

susana 30 de outubro de 2008 às 01:45  

eu não sei.... mas talvez estejamos perante um record...? maior numero de coments trocados no menos espaço de tempo?

luminary 30 de outubro de 2008 às 01:50  

É provável, se o Guiness estiver a registar isto...

susana 30 de outubro de 2008 às 01:51  

bolas... bem vou-me... com pena... até uma próxima vez:)

luminary 30 de outubro de 2008 às 01:53  

Sim, também me vou, que amanhã é maus um dia de luta e há que ter repouso. Até uma próxima vez e foi agradável a conversa :)

susana 30 de outubro de 2008 às 01:56  

Até uma próxima:)breve espero.

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