domingo, 28 de fevereiro de 2010

Não sei os segredos do meu mundo

-... espero que seja só uma fase. Mas sei que há-de ser uma fase longa.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Moedas ao Tejo

Nos meus tempos de Jardim do Tabaco, ia muitas vezes sentar-me junto ao Tejo, com os pés pendurados ao rio. Meditava,namorava, pensava sozinha na vida. Atirava moedas ao rio, ria e chorava. Hoje apetecia-me lá ir, pendurar novamente os pés ao Rio e fazer com que este coração parasse de bater num ritmo tão forte, num palpitar que não sabe para onde guia quem o transporta. Talvez as lágrimas deixassem de correr ou escorressem para o Rio, e o ajudassem à sua higiene ambiental, já não fosse um desperdicio.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Discutir

Apetece-me apenas discutir pelo filme que vamos alugar no sábado à noite...




( que por acaso é hoje)

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

O rapaz da bicicleta cor-de-rosa



Era uma vez um rapaz que tinha uma bicicleta cor-de-rosa. Gostava de passear com ela, pela fila de casas caiadas de branco, que formavam a Vila Alegria.
Todos os dias, o rapaz da bicicleta cor-de-rosa, deslocava-se ao centro da Vila e, encostando-a, à parede branca da Igreja, ia buscar pão ao Senhor Casimiro. Alegre, com o pão quentinho debaixo do braço, montava-se na bicicleta cor-de-rosa e afastava-se da vila, de volta a casa, conduzindo-a apenas com uma mão.
Todos os dias, o rapaz da bicicleta cor-de-rosa passava por um grupo de meninos que jogavam à bola, nas imediações da vila. Estes paravam sempre o jogo, seguiam-no com o olhar e gritavam-lhe comentários trocistas que o envergonhavam, – Olha quem ali vai! É o menino que anda numa bicicleta de menina! -. Mas, todos os dias, ele tinha que por ali passar, pois vivendo com a avó, esta, com a idade, já não podia percorrer o troço de caminho que ligava a sua cabana ao centro da vila. Por essa razão, o rapaz continuava a montar o seu único veículo que, outrora pertencera à avó e, com ele, a encher a casa com um perfume a pão quente, o que trazia o brilho das estrelas à face enrugada da sua avó.
Por vezes, sentava-se nas escadas de entrada e ficava a olhar para a bicicleta. Não conseguia perceber porque insistiam os meninos naquela brincadeira, nem o que lhes era tão incómodo na sua linda bicicleta cor-de-rosa. E, assim ficava, dia após dia, pensativo e triste.
O menino deixou aos poucos de andar de bicicleta e, como a distância ainda era longa, foram tornando-se cada vez mais raros, os dias em que saía da cabana. Deixou de existir pão quente e, a cabana, já não exalava aquele perfume inigualável quente e antigo no ar. A casa tornou-se triste, pois o menino já não queria ser o Rapaz da bicicleta cor-de-rosa.
Um dia a avó adoeceu e, o menino, querendo agradar-lhe decidiu que chegara o momento de voltar a Ser ele. Montou a bicicleta, com medo de ter perdido o jeito, e tomou a direcção da vila. Quando lá chegou, encontrou a padaria do Senhor Casimiro fechada. Já não se fazia aquele pão, cozido em forno de lenha, que tanto a sua avó apreciava. Ficou então ali a pensar sobre como a opinião dos outros nos pode retirar momentos felizes. Triste, montou novamente a sua bicicleta e, passando pelos campos onde outrora jogavam à bola o tal grupo de meninos, percebeu que esses meninos tinham dado lugar a homenzinhos e, decidiu parar junto deles, a fim de lhes perguntar qual a razão para não jogarem. Um deles respondeu-lhe então que já não havia bola para o fazer.
O rapaz da bicicleta cor-de-rosa voltou para a cabana e, dos seus lençóis, fez uma bola de pano. No dia seguinte, regressou aos campos e ofereceu-lhes a bola de pano. Mais uma vez troçaram e si, mas desta vez, o menino não se intimidou e disse-lhes: “ O que interessa não é o que parecemos, é o que fazemos com aquilo que somos”-. Nisto deu um pontapé na bola de pano, lançando-a nos ares e correu, a bom correr, gargalhando, para junto da sua bicicleta cor-de-rosa.
E, mesmo quando, com o passar dos anos, deixaram de existir campos onde se dar pontapés na bola, quando se deixou de cozer pão em fornos de lenha e o rapaz ganhou na face lisa, barbas brancas, a bicicleta perdurou e, em cima dela, não se importando com o olhar dos outros, conheceu o mundo e deu-o a conhecer a outros, feliz por Ser e não por Parecer.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

No meu Ipod... sem parar





Have you ever felt so strong
That may you feel weak
Long days
Long nights
And you just can't sleep

Have you ever been so sure
That gave you cold feet
That felt all bare
And can feel your heart beat

I never known this feeling never
Now I hope it stays and last forever
I imagine
I don't want come down
But wings don't here me out
If I can touch the sky
I risk to fall just to know how it feels to fly

(Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah)
Say yeah yeah yeah yeah
(Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah)
Say yeah yeah yeah yeah
(Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah)
Yeah

Have you ever felt so lost
But didn't know until you were found
Looking everywhere
What you finally see know

In the room full of people
Feel like no one is around
Get your head in the clouds
And feel your legs of of the ground

Say I never knew this feeling, never
Now I hope it stays and last forever
I imagine
I don't want to come down
But wings don't hear me out
If I can touch the sky
I risk to fall just to know how it feels to fly

(Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah)
Say yeah yeah yeah yeah
(Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah)
Say yeah yeah yeah yeah
(Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah)
We get to go

(Higher)
Higher
Higher)
Higher
Higher

I imagine
I don't want to come down
But wings don't hear me out
If I can touch the sky
I risk to fall just to know how it feels to fly

I imagine
I don't want to come down
But wings don't hear me out
If I can touch the sky
I risk to fall just to know how it feels to fly

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Voltar

As saudades do que este espaço me ofereceu durante um ano e a vontade de ir escrevendo sobre o que me vai acontecendo nos adentros fez-me voltar. Este não é um recuo, nem fechá-lo foi um avanço. Não tenho nenhuma explicação suficientemente boa para além de que tenho saudades do meu espacinho. Voltei. Não sei por quanto tempo, a não ser pelo tempo que o coração assim o entender. E o coração tem assim uma razão muito estranha...

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