segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Qual Mary Poppins.

São 1:15 do dia 29 de Novembro de 2009. Escreve-se esta carta com dias de depois, de palavras ou imagens. Ainda não se sabe o que estas palavras antecedem. Não se sabe quais os sentimentos, as emoções ou pedaços dela que, no espaço intermédio, se prostarão neste seu/ teu/vosso/nosso espaço , num ilusório sentido de antagónica posse e partilha.
Wake up little Susie, começa aos poucos de deixar fazer sentido. E não é porque a Susie já cresceu o suficiente. Não. Muito ainda há para abraçar.
Chegou aqui uma Susana rompida por dentro, com o desejo de ser mais. Uma Susana corajosa, apesar de acreditar numa fragilidade auto-infligida. E nas palavras estendeu-se, recuperou-se. Nas palavras, no reconhecimento no Outro da sua existência, que é bela e útil, tanto como a pontuação numa frase. Este blog trouxe-a de volta a si. À Susana que faz perguntas e que para elas procura respostas, que ainda vive um pouco a ansiedade da incerteza, mas que, dia-a-dia, a aprende a aceitar como parte da aventura que é Viver.
Mas na vida, os caminhos são assim. Muitas das vezes não têm de ser partilhados. Só têm de ser vividos. E, apesar de saber que o desafio desta sua vida é aprender a viver com o Outro, nesta fase o animal solitário, que nela vive, precisa de levantar asas e voar.
Foi realmente um prazer. Feito com toda a amplitude do seu coração.
Tenham uma boa vida. Com a certeza que neste mundo caminha alguém que vos guarda no coração tal como a todo o ensinamento de tudo o que, com ela, partilharam.
Até já, porque o dia de amanhã já aí vem.
Vivam com Amor.

Wake Up Little Susie.

domingo, 29 de novembro de 2009

Coragem


Pergunto-me porque aos molhos se concentram, a um ritmo alarmante, uma quantidade de pessoas com falta de coragem, com a vida a passar-lhes em frente aos olhos? E o pior é mesmo quando é a nossa pessoa que, por esses caminhos avessos, caminha.

sábado, 28 de novembro de 2009

genial...

Pergunto-me por quantos STOP's e Ice Lands passamos nós na vida... e quantos são necessários para atingirmos o sublime. Porque, às vezes, a avenida parece tão comprida... talvez sejam, esses sinais, uma forma de encurtamento psicológico no estriamento de momentos. Quanto de nós temos de queimar para renascer, e para impressionar a nós e ao mundo com as nossas mudanças? Quantos arrepios de espinha nos proporcionam os encontros inesperados com o Mundo?

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Falta..

UM MÊS PARA O NATALLL!!!!!!

Sim, estou a precisar de dormir:)

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Correr


corro assim, de ouvidos tapados para o mundo
para gastar toda a energia que corre e trago dentro de mim.

sábado, 21 de novembro de 2009

Saudades

Estou feliz por ter saudades de ti
por ter ao lado, quem comigo olhe para à frente
e quem me ajude a rechear o coração de cor
Estou feliz por ter saudades de ti
mas volta cedo, por favor.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

De mim para Mim


Gosto quando me perco de mim, para me voltar a encontrar.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Hey! Sempre feliz!

Se souberes o que queres has-de ser sempre feliz?
Existe a trinidade - Ser, fazer, ter - num degradé de relevância existencial de cada um. Ainda me estico entre os três e ainda me falta um pouco muito para me preencher de uma existência cheia. Depois de me debater em alguns momentos, muitos, com a questão da felicidade, cheguei à noção de que a felicidade é, a uma curta escala, um punhado de momentos de verdade e, estende-se a toda a uma existência, num estado absoluto de autenticidade connosco mesmos e com o mundo, nós nele e ele em nós. Felicidade para mim é um estado de fusão. De nós, da nossa obra, da nossa alma no mundo. Nas coisas terrenas, mundanas do dia-a-dia, ainda procuro as que me possam conduzir a essa estado de fusão, de autenticidade e de verdade absoluta.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

O Natal chegou...


... ao meu quarto!! Como boa amante do Natal não consegui resistir! E não é que agora chego a casa e tenho este lindo e fofinho presépio à minha espera? Ah... é preciso tão pouco para sermos felizes!

Rua Sésamo

Quando a música começa eu corria para a sala e foi a única vez em toda a minha vida familiar que manipulei o comando. Quando havia Rua Sésamo não havia nada para ninguém. O comando era meu. E eu via o episódio de manha e a repetição à tarde. Porque Rua Sésamo é que era. E marcou toda uma geração, de uma forma que mais nenhum programa infantil marcará uma geração. E porque éramos crianças como uma ingenuidade que também já não se cultiva, no mundo do fastfood, fasttv, fastchildren. Rápido e sem dor. E por isso eu gosto da geração a que eu pertenci. E por pouco que não lhe pertencia. Rua Sésamo, tenho saudades. Do Poupas Amarelo ( Pai porque se chama Poupas Amarelo se é cor-de-laranja?/ Quem é o outro Poupas que só aparece no Natal? Esse sim é Amarelo! Deixa lá Susana é o primo!, do Egas, do Becas, do Monstro das Bolachas, do Cocas, do Ferrão, do Drácula, dos bichinhos que viviam nos vasos e do " Vem brincar, trás um amigo teu, e ao chegar tu vais poder também, aprender como se vai até à Rua Sésamo, até à Rua Sésamo"! Se há memórias que me povoam a infância, esta faz parte delas.

aqui a versão em inglês.

domingo, 8 de novembro de 2009

Gosto. Ando numa onda romântica.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Playmobil


Se há brinquedo que eu gosto é Playmobil. Ainda conservo o meu Jardim Zoológico da Playmobil e as horas que eu passava a brincar com ele no chão do meu quarto. Era eu com a Playmobil e o meu irmão com o Lego.
Se também partilham deste gosto pela playmobil podem visitar uma pequena exposição no Allegro. Sim... eu sei que é um CC mas há coisas que valem a pena!

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Não gosto...





...Que a Andorinha Sinhá não tenha casado com o Gato Malhado!

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Quantas reticências cabem num ponto de interrogação?


Há perguntas com anos luz de atraso. Que nos esmagam por dentro e por fora. Que não esperamos ou sempre esperámos durante dias, meses ou anos. Há perguntas para as quais não há resposta. Porque a solução do momento é do tipo pretérito perfeito. Há perguntas, cujas respostas juramos a pé juntos, saber de cor. E não sabemos. Apertam-se contra o coração tal e qual metro em hora de ponta. Só perguntas.E a minha resposta é outra pergunta: Quanto sofrimento, quantas pessoas, quantos nós de vida, quantos processos de crescimento, quantas lágrimas, quantos futuros , quantas decisões, cabem num ponto de interrogação?
E reticências? Quantas reticências cabem num ponto de interrogação?

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    um mimo da Miepeee

    Orgulhosamente recebido da Tecnenfermaginando, do Mimo Azul e da Malinha Viajante

    mais um miminho da Miepee... um daqueles!

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