Choro. Mas é um choro silencioso. Sem soluços. Sem mágoa. Mas esconde um pequeno sufuco. Um pequeno medo que está lá onde sempre deixo os medos. Onde não os vejo. Assim ando mais confiante. Mais segura. Menos perplexa de mim mesma. Tenho medo de escolhas definitivas. Muito.
terça-feira, 24 de abril de 2012
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Já Não.
Já não te sei ler.
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quarta-feira, 4 de abril de 2012
Quero-te.
Quero-te.
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quinta-feira, 29 de março de 2012
Sonhos
Sou uma vendedora de sonhos. Dos meus próprios sonhos. Vendo-os ao desbarato e acredito muito neles. Só que estes são étereos e têm vida própria. E que fazer? Ganham asas e depois não há quem os apanhe. São assim. Controlar o incontrolável é brincar com impossível.
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domingo, 18 de março de 2012
Voltando ao Centro.

A liberdade é uma coisa esquisita. Não é aquela que decorre do excesso de controlo, quando apertas tanto que a vida te foge por entre os dedos. Também não é aquela que vive ao balanço da total errata de objectivos e caminhos. Liberdade está no Ser e Fluir. No fluir da total essência de nós mesmos. Para sermos livres não precisamos de Ir. Nem de Ficar. Nem de Estar. Na verdade, só precisamos de aprender a dificil tarefa de Ser.
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
coisas...1
Quero que apareças na minha vida sem mudares absolutamente nada.
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1 (...)
Quente, imóvel, vivo. A atmosfera cresce alta em suspensão. Aqueço-te. Quebro-te o frio. A geada nos pés e no coração. Vibro. Beijo-te fundo. Abraço-te de complexidade. De obra semi-feita em parada de outono. Hibernação.
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terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Divagar
Eu gosto de divagar. De vagar entre pensamentos. Tanto.
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sábado, 31 de dezembro de 2011
2011
http://www.youtube.com/watch?v=PcYZMbJ5lPU&feature=youtu.be
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Magia
Eu gosto de Magia. E acredito nela, pois então. De todo o tipo. Mas, especialmente, daquela pequenina que, inadvertidamente, acontece mesmo debaixo do nosso nariz. Gosto. Pronto.
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Que chatice...
Chegas e não sei como receber-te.
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Violetas

Lembro-me perfeitamente. A minha avó tinha sempre, na bancada da velha varanda da cozinha, uns três vasos de violetas. Flores. Lembro-me também de ser pequena - sim pequena, porque baixa nunca fui - e mal chegar à bancada e de olhar para elas, por cima dos olhos. Violetas, dizia-me a avó. Tocava-lhes e eram aveludadas e eu perguntava-me, estranhando, porque criaria Deus flores assim...com toque de veludo.
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terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Conquistar o Mundo
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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Nonsense
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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Procuro-te tanta vez e tu não sabes.
Habitas-me nessa tua ignorância de quem não conhece.
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Revisitando
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Espera.

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Bossa Nova
Apetece-me a boémia dos teus braços
ao som de uma bossa nova qualquer.
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Alva Estrela
Daqueles pequeninos e vorazes
Trago-te flores no regaço
E, na antecâmara do meu abraço, acendo uma vela…
Ao fundo as ondas o mar acalma
E no céu brilha a Alva Estrela
E eu conheço-te. Trago-te todos os dias pendurado ao peito.
Amo cada sonho, cada pausa, cada silêncio, cada momento suspeito.
Crescemos a cada ponto de interrogação
E de mãos juntas nos oferecemos a companhia do caminho
E eu trago-te o segredo, e as flores no regaço, e as ondas no mar revolto, a vela acesa, no céu a alva Estrela.
Um grande ponto de interrogação.
Vem. Dá-me a tua mão e o teu coração. Vamos procurar o caminho.
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sexta-feira, 18 de novembro de 2011
O calor chega para dois.
Chove lá fora. Cai a chuva, apressada, forte, resoluta.
Eu estou Aqui. No meu altar feito de Paz, no meu reino de Nós.
De esperança guardada a resposta do futuro Amor.
Lá ao fundo brilham os candeeiros, foscos e embaciados
onde flutuam suaves as luzes do amanha.
Vem e recosta-te. O calor chega para dois.
As asas cosidas ao fundo das costas aquecem-se tímidas à lareira.
E o Mundo é tudo mais e só isto, o que quiseres,
neste nosso cubo que é o teu sol, luz feita de menta, cidra e mel
luz que é fresca, estonteante e de tão doce que nos acolhe, recolhe, aquece, suaviza.
Limpa a alma. Desintoxica o éter. Purifica. Manifesta-nos.
Chove lá fora. Faz calor. Cá dentro.
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