terça-feira, 31 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Espaço sideral

Eu sou do espaço sideral, sou poeira, pó cósmico anexado num volume quente e apertado.
Eu sou do universo, viajo a mil à hora, trespasso o Tempo à velocidade dos raios de luz.
Eu sou Tu e tudo o que Vês e não Vês, no mesmo segundo.
Vivo mil vidas de uma só vez, estou em todas elas e sobre elas pairo,
Atravesso-me e desfaço-me, multiplico-me e subdivido-me
Sou de todas as cores e de nenhuma, transparente, ausente e consequente.
Sou Código universal, cálculo linguístico,
Sou o que vive para além das palavras, aquilo que as ultrapassa
O que lhes dá significado e que lhes supera a essência.
Sou Elemental, sou tudo o que os teus olhos e a tua mente não alcançam
Tudo o que não te prende, tudo o que o teu coração sente.
Sou Amor.
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apontamentos perdidos por aí 1
O que escolhes ser? O que escolhes ÉS. Um és que alterna a realidade que vive a realidade que pensas. E a tua Verdade não é Absoluta, só é incondicional quando já não pairas entre as duas realidades, e sobre-vives, numa espécie de sonho velado de amor.
( 12 de Abril, 2011)
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sábado, 14 de maio de 2011
Meus Mestres, Meus Caminhos
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domingo, 1 de maio de 2011
O Tambor
Havia um menino que tocava tambor.
Um Dois três, Um Dois Três!
De cada vez que o tambor tocava,
o mundo girava uma e outra vez!
Havia um menino que tocava tambor.
Um Dois Três, Um Dois Três!
De cada vez que o tambor ribombava,
o menino tocava outra vez!
Havia uma terra que girava!
Um Dois Três, Um Dois Três!
De cada vez que a Terra girava,
o menino sorria outra vez
Um Dois Três, Um Dois três, Um Dois Três!
Havia um som forte, um silencioso e outro baixinho,
O som do tambor, o coração da terra e o coração do menino!
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domingo, 24 de abril de 2011

Hoje tive um sonho. Saí do meu corpo e, a minha alma, levou-me pela mão a uns quantos pontos de luz da Terra. E vi-a de cima, como quem observa a água que passa debaixo da ponte. E era linda. Com tanto brilho e tanto amor, acolhendo tanta esperança e tanta margem de progressão. E voltei feliz.
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quarta-feira, 13 de abril de 2011
A(MAR)

Eu estou Aqui. De pés na Terra e mãos para o Alto.
Firme, solta, cada vez mais livre.
Eu. Universo. Estou aqui. Mudar, mudar mudar.
Hum... que cheiro a verde e A( mar).
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segunda-feira, 4 de abril de 2011
Vai onde te leva o coração
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domingo, 13 de março de 2011
Asas

Fecho os olhos. Adormeço a realidade em que me anulo tanta vez. Não há pensamentos, não há medo, não há passado, presente nem futuro. Não há nada para além do Tudo, tão presente na sua ausência. E silencio-Me.
Nas costas despontam as asas. Que sempre lá estiveram, das quais eu me esqueço tanta vez. E sinto-as ganharem forma, espreguiçarem-se felizes, felizes por serem livres. Giro sobre mim mesma, ganho altura. E vejo mil cores que nunca vi, sinto mil odores que nunca senti e subo aos céus de mão dada com outras mãos. Mãos que aquecem, mãos que aliviam, mãos que purificam. E ao longe vejo-O a ele, olho os seus pés de encontro a mim. E é Amor.
Abro os olhos, nunca saí daqui, de Mim. Há tanto em Nós que nos esquecemos. Que as asas nos lembrem.
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quarta-feira, 9 de março de 2011
Gaps
Gap. Distâncias. Cores, dores, olhares, distâncias. Arranca essa camisola Dá-te. Ultrapassa-o.
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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
A criança que há em nós.

Tenho saudades de não ter que ter uma razão para ser Criança. Tenho vontade de ser sempre Eu. Socialmente Desconstruída, inteira na essência.
Publicada por susana à(s) 19:17 1 wake ups
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Se.
Se há em ti algo que me transforma é a forma como Dás quando não Sabes. Quando não Pretendes. Quando simplesmente És.
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Momentos de Felicidade
Publicada por susana à(s) 10:25 1 wake ups
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Tempo do Nada
Shsssssss. Faz silêncio. Não vês que estou aqui a ouvir o Tempo do Nada.
Como é que se ouve o tempo do Nada?
Quando baixas o volume dos ruídos à volta da tua alma.
Como um rádio?
Sim, como um rádio. Sintonizas naquele espaço que não é de ninguém.
Mas se não é de ninguém, não pode ser da alma!
A tua alma é minha também. É uma espécie de tudo que é nada.
Como o Universo?
Sim, como o Universo. Não o palpas, mas sentes. E quanto maior for o teu silêncio maior é o teu conhecimento.
Podemos silenciar-nos juntos?
Sim, claro. Num abraço de almas. Vem Amar comigo.
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segunda-feira, 1 de novembro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
É tão fácil perceber porque não gostam as crianças de tomar banho...
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sexta-feira, 15 de outubro de 2010
3:47. Ninguém ouve os gritos fechados aqui dentro. A dor que aqui permanece. O silêncio está ali fora a troçar como um ruído que não me deixa dormir. Agora sei porque nunca quis ser mais velha do que a idade que tinha, queria ser menina para sempre. E agora dói. Numa dor que teima em não desaparecer e volta sempre com uma expressão diferente. Não adormece, como eu.
Publicada por susana à(s) 03:47 4 wake ups
domingo, 15 de agosto de 2010
Que és Brisa
O vento cruza-me a alma, arrepia-me o corpo em paz e eu descubro que és tu. De longe. Mesmo acreditando que o vento nunca fica, é efémero é amplo e brincalhão... eu aguardo que me refresque neste entardecer de verão.
Eu conto-te um conto, daqueles verdes e frescos que te trazem paz numa manhã mais quente. Conto-te palavras, cantadas ao teu ouvido, sopradas da minha alma para a tua, como quando o Sol liberta os seus raios e, naturalmente os partilha com a Terra. Durmo sobre o travesseiro que é do meu coração, e o que é dele, é teu.Tocas-me assim numa loucura que é lua no céu estrelado, que é rio e nascente, naturalmente? Aqueces-me o corpo num abraço?
Sopras-me no coração?
Publicada por susana à(s) 20:38 0 wake ups
sábado, 14 de agosto de 2010
(...)

Há dias na minha vida em que sou plana, pouco absorvente. Não quero saber do mundo lá fora, só de que vai cá dentro. E não é narcisismo não, é fome de ser mais de dentro para fora, como quem utiliza uma lente de aumento que vê aquela partícula de pó, que se acumula debaixo do tapete.
Depois tenho daqueles dias em que sou redonda, moldável, que rebolo pela estrada do espelho, em que a lente de aumento é o Teu olhar. O olhar que é distraído, o olhar que é pérfido, o olhar que é venenoso, o olhar que é profundo, o olhar que é curioso, o olhar que é sereno. O olhar que espera ou desespera, o olhar que ilude ou desilude. Hoje não encaixo em nenhum desses dias. Sou apenas aquela que vê tudo de cima e que com a mão afasta o Sol dos olhos, fazendo sombra a tudo o que pensa que ( não) é.
Publicada por susana à(s) 00:55 0 wake ups
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Orfeu
Se as sereias do Tejo cantassem e dissessem que o mundo era teu,
eu corria com o oceano nas mãos, ao som da alma de Orfeu...
e a alma que de mim sai são pontos de estrela num céu,
que partilho com o mundo, do alto de um arranha-céu.
Publicada por susana à(s) 21:56 2 wake ups










